.
eu só queria te contar
que eu fui lá fora
e vi dois sóis num dia
e a vida que ardia
sem explicação
não tem...
¹ (N. R.)
.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Inteireza
.
teu olhar
me perfura.
ouço músicas lá fora
mas só tu me vens.
à noite há silêncio
e está frio;
muito frio.
queria-te a me aquecer.
meu coração
assim como o vento
está infernalmente gélido.
teu olhar perfurante
aquecería-me
tal como outrora o fizeste.
.
teu olhar
me perfura.
ouço músicas lá fora
mas só tu me vens.
à noite há silêncio
e está frio;
muito frio.
queria-te a me aquecer.
meu coração
assim como o vento
está infernalmente gélido.
teu olhar perfurante
aquecería-me
tal como outrora o fizeste.
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Que há;
.
Algo me acontece
E eu não percebi.
Melhor: percebi e ignorei.
Onde andarão meus poemas melosos de amor?
Que fazem os sentimentos perdidos no meu espaço incompreendido?
Que tenho feito?
Que tenho buscado?
Eis que o vejo.
Ele.
Outro ele?
Sim.
Outro ele, porque assim como ele, infinitos eles existem.
Existe o ele mar. Existe o ele Sol.
Existe o ele tempo, e existe o ele fogo.
Existe o ele espaço, existe o ele infinito.
Existem os eles que dispenso.
E todos eles me enxergam; porém nem todos.
Perdi o senso, a sensibilidade;
Deixei escapar a dor e a tristeza;
Deixei partir o incrível e o absurdo;
Perdi a ternura de sentir o vento.
Perdi? Ora ora. Creio que não definitivamente.
Não sei o que houve, porque houve muito e eu não vi.
Mas acho que senti, porque tudo me fez o que digo agora.
E tudo o que digo vem de um infinito extremamente particular,
mas que se abre espontaneamente a qualquer um que o toque;
como naquelas plantas que não sei o nome.
Droga, errei de novo.
Elas não se abrem ao serem tocadas.
Ao contrário, contraem-se como um bebê
que acabara de nascer e tem medo de tudo o que é externo,
embora o externo lhe provoque o interno desconhecido.
Deus. Que faço aqui?
Eu o descobri, era noite de lua cheia,
como em todas as noites enluaradamente cheias
que me provocam tais sentimentos desconexos.
Não, não me refiro à Teologia não.
Não encontrei nenhuma religiosidade não.
Eu apenas descobri uma coisa.
Descobri várias coisas, mas não consigo decifrá-las
em meio às sensações que elas me causam.
Afago. E um carinho na fronte.
Uma lua cheia, o caminho inteiro à frente,
morros e mares bem depois dos mares de morros.
Ahh, como é bom sentir esse ardidozinho na linha central de meu ser.
Essa sensação que não se descreve, que alguns chamam de catarse.
Pensei, pensei que a havia de vez perdido.
O mundo é um mundo estranho, que se se permitir, ele te engole.
Ele te devora. Ele te adentra, te viola e te inibe de tuas sensações.
Mas estou salva, pois estou sentindo!
Descobri! Descobri que posso resgatar o que achava que antes não sentia!
E descobri isso ao vê-lo.
Ora, por que crio definições exageradas de coisas que desconheço?
Ora, por quê?
Ele disse e não disse.
E tudo o que disse e que não disse me causa emoção.
Aqui eu crio uma nova forma,
aqui proponho meus pensamentos e sentimentos,
aqui pretendo dizer.
Tudo o que quero;
Quero sentir
Quero resgatar o que existiu
Quero viver o que virá
Quero que venha.
Quero buscar
Quero fazer
Quero dizer;
Quero viver.
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Algo me acontece
E eu não percebi.
Melhor: percebi e ignorei.
Onde andarão meus poemas melosos de amor?
Que fazem os sentimentos perdidos no meu espaço incompreendido?
Que tenho feito?
Que tenho buscado?
Eis que o vejo.
Ele.
Outro ele?
Sim.
Outro ele, porque assim como ele, infinitos eles existem.
Existe o ele mar. Existe o ele Sol.
Existe o ele tempo, e existe o ele fogo.
Existe o ele espaço, existe o ele infinito.
Existem os eles que dispenso.
E todos eles me enxergam; porém nem todos.
Perdi o senso, a sensibilidade;
Deixei escapar a dor e a tristeza;
Deixei partir o incrível e o absurdo;
Perdi a ternura de sentir o vento.
Perdi? Ora ora. Creio que não definitivamente.
Não sei o que houve, porque houve muito e eu não vi.
Mas acho que senti, porque tudo me fez o que digo agora.
E tudo o que digo vem de um infinito extremamente particular,
mas que se abre espontaneamente a qualquer um que o toque;
como naquelas plantas que não sei o nome.
Droga, errei de novo.
Elas não se abrem ao serem tocadas.
Ao contrário, contraem-se como um bebê
que acabara de nascer e tem medo de tudo o que é externo,
embora o externo lhe provoque o interno desconhecido.
Deus. Que faço aqui?
Eu o descobri, era noite de lua cheia,
como em todas as noites enluaradamente cheias
que me provocam tais sentimentos desconexos.
Não, não me refiro à Teologia não.
Não encontrei nenhuma religiosidade não.
Eu apenas descobri uma coisa.
Descobri várias coisas, mas não consigo decifrá-las
em meio às sensações que elas me causam.
Afago. E um carinho na fronte.
Uma lua cheia, o caminho inteiro à frente,
morros e mares bem depois dos mares de morros.
Ahh, como é bom sentir esse ardidozinho na linha central de meu ser.
Essa sensação que não se descreve, que alguns chamam de catarse.
Pensei, pensei que a havia de vez perdido.
O mundo é um mundo estranho, que se se permitir, ele te engole.
Ele te devora. Ele te adentra, te viola e te inibe de tuas sensações.
Mas estou salva, pois estou sentindo!
Descobri! Descobri que posso resgatar o que achava que antes não sentia!
E descobri isso ao vê-lo.
Ora, por que crio definições exageradas de coisas que desconheço?
Ora, por quê?
Ele disse e não disse.
E tudo o que disse e que não disse me causa emoção.
Aqui eu crio uma nova forma,
aqui proponho meus pensamentos e sentimentos,
aqui pretendo dizer.
Tudo o que quero;
Quero sentir
Quero resgatar o que existiu
Quero viver o que virá
Quero que venha.
Quero buscar
Quero fazer
Quero dizer;
Quero viver.
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domingo, 27 de junho de 2010
Carinhosa-mente
.
O sol já vai entrando
Vai deixando a claridade e a luz
Vou remando minha canoa
Lá pro poço do pesqueiro
Vou descendo rio abaixo
Numa canoa furada
Ô Beira Mar, adeus Dona
Adeus Riacho de Areia
Arriscando minha vida
Numa coisinha de nada
Adeus, adeus,
Boa viagem
Eu já vou m'embora
Eu morava no fundo d'água
Não sei quando eu voltarei
Eu sou canoeiro
Rio abaixo, rio acima
Tudo isso eu já andei
Eu não moro mais aqui
Um dia eu fui passear
O meu coração ficou
Quem morava dentro dele
Partiu, fechou, tirou a chave, levou
Beira mar, beira mar novo
Foi só eu é que cantei
Canário amarelo que sabe dobrar
Eu também sou canário
Eu também sei cantar
Levantei o bastão
Deixa a fita avoar
Vamos na mais pura macieza
Vamos na maior delicadeza
.
notas:
1. milton nascimento
2. consuelo de paula
3. (...)
.
O sol já vai entrando
Vai deixando a claridade e a luz
Vou remando minha canoa
Lá pro poço do pesqueiro
Vou descendo rio abaixo
Numa canoa furada
Ô Beira Mar, adeus Dona
Adeus Riacho de Areia
Arriscando minha vida
Numa coisinha de nada
Adeus, adeus,
Boa viagem
Eu já vou m'embora
Eu morava no fundo d'água
Não sei quando eu voltarei
Eu sou canoeiro
Rio abaixo, rio acima
Tudo isso eu já andei
Eu não moro mais aqui
Um dia eu fui passear
O meu coração ficou
Quem morava dentro dele
Partiu, fechou, tirou a chave, levou
Beira mar, beira mar novo
Foi só eu é que cantei
Canário amarelo que sabe dobrar
Eu também sou canário
Eu também sei cantar
Levantei o bastão
Deixa a fita avoar
Vamos na mais pura macieza
Vamos na maior delicadeza
.
notas:
1. milton nascimento
2. consuelo de paula
3. (...)
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segunda-feira, 21 de junho de 2010
Canto-ria
.
não quero saber o que tu dizes
quero só escutar o som da viola
a toada do tambor
o chacoalho do pandeiro
pular noite adentro
e sambar com meu amor.
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não quero saber o que tu dizes
quero só escutar o som da viola
a toada do tambor
o chacoalho do pandeiro
pular noite adentro
e sambar com meu amor.
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sábado, 29 de maio de 2010
Cadente
.
Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade
está um pouco usado, meio calejado,
muito machucado e que teima
em alimentar sonhos, e cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente
que nunca desiste de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado,
coração que acha que Tim Maia
estava certo quando escreveu:
"não quero dinheiro, eu quero amor sincero,
isso é que eu espero...".
Um idealista...
Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece,
e mantém sempre viva a esperança de ser feliz,
sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida
que vive procurando relações
e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste
em cometer sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo
em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado. Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que,
abre sorrisos tão largos
que quase dá pra engolir as orelhas,
mas que também arranca lágrimas
e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado por quem
gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado
indicado apenas para quem
quer viver intensamente e,
contra indicado para os que apenas
pretendem passar pela vida
matando o tempo, defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro
na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir, eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer
e se recusa a envelhecer".
Rifa-se um coração,
ou mesmo troca-se por outro
que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito
que não maltrate tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que,
ainda não foi adotado, provavelmente,
por se recusar a cultivar
ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio,
sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence seu usuário
a publicar seus segredos e, a ter a petulância
de se aventurar como poeta.
(autor desconhecido)
.
Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade
está um pouco usado, meio calejado,
muito machucado e que teima
em alimentar sonhos, e cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente
que nunca desiste de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado,
coração que acha que Tim Maia
estava certo quando escreveu:
"não quero dinheiro, eu quero amor sincero,
isso é que eu espero...".
Um idealista...
Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece,
e mantém sempre viva a esperança de ser feliz,
sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida
que vive procurando relações
e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste
em cometer sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo
em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado. Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que,
abre sorrisos tão largos
que quase dá pra engolir as orelhas,
mas que também arranca lágrimas
e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado por quem
gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado
indicado apenas para quem
quer viver intensamente e,
contra indicado para os que apenas
pretendem passar pela vida
matando o tempo, defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro
na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir, eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer
e se recusa a envelhecer".
Rifa-se um coração,
ou mesmo troca-se por outro
que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito
que não maltrate tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que,
ainda não foi adotado, provavelmente,
por se recusar a cultivar
ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio,
sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence seu usuário
a publicar seus segredos e, a ter a petulância
de se aventurar como poeta.
(autor desconhecido)
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
Saber o sabor
.
Fogo que não para
De queimar o coração
Vontade de estar
Sem qualquer preocupação
Só pra ver o sol morrer atras do morro
Ver que sua ausência
Vai mudando a cor do céu
Perceber que a noite vai chegando
Quem disse que o tempo tem que ter utilidade
Tempo não é algo que se compra ou se produz
Está dentro de nós, da nossa vontade
Viver só vale a pena quando provoca saudade
De querer fazer de novo só porque é bom
(Refrão)
Sempre que puder
Vou querer saber o sabor
Do que é bom na vida
Ter prazer ou dor
Seja lá o prêmio que for
Eu vou querer saber o sabor
A simplicidade das coisas me seduz
O céu fica mais lindo quando falta luz
Inventar desenhos na forma de uma nuvem
Olhar a noite inteira a lua passear no ceu
Até não se dar conta que o tempo passou
Sempre que puder
Vou querer saber o sabor
Do que é bom na vida
Ter prazer ou dor
Seja lá o prêmio que for
(...)
Eu vou querer saber, sempre, sempre
(...)
(Biquini Cavadão)
.
Fogo que não para
De queimar o coração
Vontade de estar
Sem qualquer preocupação
Só pra ver o sol morrer atras do morro
Ver que sua ausência
Vai mudando a cor do céu
Perceber que a noite vai chegando
Quem disse que o tempo tem que ter utilidade
Tempo não é algo que se compra ou se produz
Está dentro de nós, da nossa vontade
Viver só vale a pena quando provoca saudade
De querer fazer de novo só porque é bom
(Refrão)
Sempre que puder
Vou querer saber o sabor
Do que é bom na vida
Ter prazer ou dor
Seja lá o prêmio que for
Eu vou querer saber o sabor
A simplicidade das coisas me seduz
O céu fica mais lindo quando falta luz
Inventar desenhos na forma de uma nuvem
Olhar a noite inteira a lua passear no ceu
Até não se dar conta que o tempo passou
Sempre que puder
Vou querer saber o sabor
Do que é bom na vida
Ter prazer ou dor
Seja lá o prêmio que for
(...)
Eu vou querer saber, sempre, sempre
(...)
(Biquini Cavadão)
.
domingo, 18 de abril de 2010
Ser menina e ser mulher
.
(...)
Sei ser mulher e sei ser menina.
Sou uma mulher que pensa,
e uma menina que erra.
Sou uma mulher que briga,
e uma menina que brinca.
Sou uma mulher com desejos,
e uma menina cheia de sonhos.
Sou uma mulher com anseios,
e uma menina com pesadelos.
Sou uma mulher que luta
e não mede esforços para conseguir o que quer,
e uma menina que chora quando perde.
Sou uma mulher que sabe andar de salto,
e uma menina que adora ficar com pé no chão.
Sei odiar e perdoar,
sei viver, amar, conquistar
e abrir mão de tudo quando quero.
Sei falar no ouvido
e gritar pro mundo ouvir.
Sei ser tímida e também desinibida,
mas principalmente sei ser feliz
e lutar pelos meus sonhos.
Sou simplesmente eu mesma,
nas horas em que erro,
ou nas horas que acerto.
Sou (...) humana, imperfeita.
Também sinto frio, medo e insegurança.
Choro quando simplesmente quero chorar.
Eu sou assim (...),
Sou uma mistura de menina e mulher (...).
(...)
(adaptado, autor desconhecido).
.
(...)
Sei ser mulher e sei ser menina.
Sou uma mulher que pensa,
e uma menina que erra.
Sou uma mulher que briga,
e uma menina que brinca.
Sou uma mulher com desejos,
e uma menina cheia de sonhos.
Sou uma mulher com anseios,
e uma menina com pesadelos.
Sou uma mulher que luta
e não mede esforços para conseguir o que quer,
e uma menina que chora quando perde.
Sou uma mulher que sabe andar de salto,
e uma menina que adora ficar com pé no chão.
Sei odiar e perdoar,
sei viver, amar, conquistar
e abrir mão de tudo quando quero.
Sei falar no ouvido
e gritar pro mundo ouvir.
Sei ser tímida e também desinibida,
mas principalmente sei ser feliz
e lutar pelos meus sonhos.
Sou simplesmente eu mesma,
nas horas em que erro,
ou nas horas que acerto.
Sou (...) humana, imperfeita.
Também sinto frio, medo e insegurança.
Choro quando simplesmente quero chorar.
Eu sou assim (...),
Sou uma mistura de menina e mulher (...).
(...)
(adaptado, autor desconhecido).
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terça-feira, 13 de abril de 2010
RES A
.
arap riugesnoc
òs ue ohnet ed rezaf
rop edno, aro siop.
adot adiv;
es è ohnos uem, oãtne...
oved rerroc sàrta èta o mif...
òs edneped ed mim e òs.
só.
.
arap riugesnoc
òs ue ohnet ed rezaf
rop edno, aro siop.
adot adiv;
es è ohnos uem, oãtne...
oved rerroc sàrta èta o mif...
òs edneped ed mim e òs.
só.
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AI SE SÊSSE...
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Se um dia nóis se gostasse
Se um dia nóis se queresse
Se nóis dois se empareasse
Se juntim nóis dois vivesse
Se juntim nóis dois morasse
Se juntim nóis dois drumisse
Se juntim nóis dois morresse
Se pro céu nóis assubisse
Mas porém se acontecesse de São Pedro não abrisse
A porta do céu e fosse lhe dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Távez que nóis dois ficasse
Távez que nóis dois caísse
E o céu furado arriasse
E as virgi toda fugisse.
Texto: Zé da Luz
.
Se um dia nóis se gostasse
Se um dia nóis se queresse
Se nóis dois se empareasse
Se juntim nóis dois vivesse
Se juntim nóis dois morasse
Se juntim nóis dois drumisse
Se juntim nóis dois morresse
Se pro céu nóis assubisse
Mas porém se acontecesse de São Pedro não abrisse
A porta do céu e fosse lhe dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Távez que nóis dois ficasse
Távez que nóis dois caísse
E o céu furado arriasse
E as virgi toda fugisse.
Texto: Zé da Luz
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